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7 cineastas brasileiras que merecem mais reconhecimento por suas obras

7 cineastas brasileiras

Muitos são os obstáculos que envolvem o cinema no Brasil, como o financiamento, a disputa por salas de exibição em detrimento do cinema hollywoodiano ou, até mesmo, a própria adesão do público. Quando se trata de mulheres como diretoras de cinema, a situação do audiovisual no país não é diferente do cenário internacional. Poucas conseguem transpor as barreiras dentro desse campo, e menor ainda é o número daquelas que possuem reconhecimento.

Você consegue lembrar o nome de três cineastas brasileiras? Se a resposta foi positiva, provavelmente a quantidade de nomes lembrados não vai muito além dos próprios exemplos que vieram a sua mente. Apesar do número de mulheres dirigindo filmes no país ser muito menor do que o de homens, parece que o fato não é compreendido como uma situação que precisa ser transformada. As diretoras que conseguiram se destacar ao longo de todos esses anos ainda possuem pouquíssimo reconhecimento, aliás, é bem provável que você já tenha assistido a filmes dirigidos e executados por essas cineastas sem saber que elas são as diretoras por trás da obra.

Aqui estão listadas diretoras importantes provenientes da produção nacional.

Assistir a essas obras é, dentre outras coisas, uma oportunidade para refletir sobre dramas psicológicos, exposição de fatos históricos e apontamentos acerca dos problemas sociais.

Anna Muylaert

Anna Muylaert

Paulistana e formada em cinema pela Universidade de São Paulo, Ana Muylaert é diretora de uma longa lista de longas-metragens. Dentre suas produções estão “O ano em que meus pais saíram de férias” (2006), “Desmundo” (2002) e “Mãe só há uma” (2016). Além de toda essa lista, é importante destacar o aclamado “Que horas ela volta?” (2015), que ao retratar a vida da filha da de uma empregada e a vida do filho dos patrões, descortina um Brasil com desigualdades sociais ainda profundas.

Carla Camurati

Carla Camurati

Atriz e cineasta, a carioca Carla Camurati é a diretora de “Carlota Joaquina” (1995), filme conhecido por ser o precursor do episódio que a história do cinema brasileiro denomina como “A retomada do cinema nacional”. Carla ainda é a responsável por títulos conhecidos no país como “Copacabana” (2001) e “Irma Vap – o retorno” (2006).

Helena Solberg

Helena Solberg

A cineasta carioca Helena Solberg é diretora de filmes, curtas-metragens e documentários. Possui títulos conhecidos como “Vida de Menina” (2004) e o premiado “Carmen Miranda – Bananas is my Business” (1995). A diretora é, porém, mais conhecida por ser a única mulher a fazer parte do movimento de vanguarda brasileiro conhecido como Cinema Novo. Helena produziu curtas como “Meio-dia” (1966) e “A Entrevista” (1966) este último, considerado um dos primeiros trabalhos feministas dentro do cinema nacional.

Laís Bodanzky

Laís Bodanzky

Paulistana de Higienópolis, filha do cineasta Jorge Bodanzky e da professora de história da arte Lena Coelho, Laís é diretora de filmes conhecidos e muito bem avaliados pela crítica, dentre eles, “Bicho de Sete Cabeças” (2001) e “Como Nossos Pais” (2017). A cineasta afirma haver percebido os problemas que enfrentava dentro do audiovisual, por ser mulher, somente após ter uma carreira já consolidada. Atualmente, Laís finalizou as filmagens de seu novo longa metragem “Pedro” (2019) previsto para estrear em 2020; além disso, a cineasta ocupa atualmente o cargo de diretora presidente da Spcine, empresa de fomento ao audiovisual da prefeitura da cidade de São Paulo.

Petra Costa

Petra Costa

A diretora de 36 anos é o novo nome do cinema brasileiro na atualidade, cuja projeção se deu quando foi indicada ao Oscar de melhor documentário, em 2020, com “Democracia em vertigem” (2019). Petra já produziu outros títulos como “Olmo e a Gaivota” (2014) ou o premiado “Elena” (2012) – documentário no qual a cineasta aborda o trauma familiar que foi o suicídio de sua irmã mais velha aos vinte anos de idade. Petra afirma que, historicamente, é possível perceber maior quantidade de mulheres diretoras de documentários do que em filmes porque, segundo a diretora, os documentários proporcionam maior independência com relação aos produtores e distribuidores do audiovisual.

Viviane Ferreira

Viviane Ferreira

A baiana Viviane Ferreira pode ser considerada um marco na linha do tempo do cinema brasileiro. Depois de um hiato de 34 anos, Viviane é a segunda cineasta negra no Brasil a lançar um longa-metragem; a primeira foi Rosana Sampaio com “Amor Maldito” (1983). Advogada e cineasta, Viviane Ferreira, produziu o curta–metragem “O dia de Jerusa” (2014) e, posteriormente, o curta foi expandido para filme (2018). Em diversas entrevistas a cineasta afirma que seu cinema é uma ferramenta política e conclui que toda arte é política.

Suzana Amaral

A paulista Suzana Amaral foi formada em cinema pela Universidade de São Paulo e começou seus primeiros trabalhos na década de setenta. Foi com o filme “A hora da estrela” (1985) que Suzana conquistou projeção nacional. O longa é uma adaptação do romance homônimo da escritora brasileira Clarice Lispector. Além de A Hora da Estrela, a cineasta produziu as obras “Hotel Atlântida” (2009) e “Uma vida em segredo” (2001). Suzana já afirmou que, mesmo tendo no currículo uma obra que foi marco do cinema nacional, seu grande problema para produção de filmes era a capitação de verba para suas produções.

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